
Sinta a imensidão da vida, Se admire com a pequenhez das coisas, Sorria do vento te levando por aí, Se encante com a natureza a seus pés, Voe passarinho!
Pensamento
"Onde quer que o homem vá , verá somente a beleza que levar dentro do seu coração" . Ralph W Emerson
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Um Dia de Sol

sábado, 27 de junho de 2009
Tudo Ficou, mas a Alma disse Adeus
Hoje eu to de um jeito "côncavo", uma vontade danada de ir pra dentro de mim. Tem perdas, mortes, fragmentos que fazem parte do caminho, são encruzilhadas da nossa história, outras perdas nos fazem parar e pensar, tentar compreender o valor de alguém que se fez conhecer pelo mundo afora durante algumas décadas de vida.
Michael Jackson, meu contemporâneo, é uma dessas personalidades, que são antes de serem construídos, e quanto mais argamassa e panqueique embalsamam a alma doente, para que siga em frente sua trajetória de dor e glória, mais desconstroem o Self, sufocam o humano que existe por trás do Astro. É como se o universo abraçasse euforicamente o ídolo , zero gravidade.
Esse homem frágil que todos comentam, de um caminhar levitante, uma timidez clássica de seu ASC libriano e a doce e cálida voz, nada a ver com seu stellium em Leão/Virgem de casa 11, da conjunção Sol-Plutão em Virgem, hahahhaha, por trás um Mercúrio em Leão, regente de casa 12 e casa 9, um mundo interior versus o mundo de fora, os 3 em sextil com Júpiter/Netuno/N.L.Norte em Libra, em trígono com sua Lua em Peixes na cúspide da casa 6, as várias formas de expressão corporal, os pés falavam por si mesmos, cantavam, sua marca registrada na Lua regendo o MC . Vênus conjunto Urano em Leão regendo o ASC, quadrando Marte em Touro na casa 8, se opondo a Quíron na casa 5 em Aquário, Marte focal do T-square regendo DESC. Pra construir a máscara, Vênus, dispondo Marte , regendo casa 8 e ASC tem o apoio de Saturno em Sagitário na casa 3, a máscara era preciso, pois o Virginiano oposto a Lua pisciana aprendeu q a se transformar num personagem de Vênus/Urano leoninos cimentado de Terra saturnina que regia casa 4, os irmãos de casa 3 no comando e formatação do menino de ouroda família da casa 4, Satrno faz qincúnce com Marte em Touro na casa 8, regente de 4 e 7, as intimidade em pânico. A Lua se submetia e Mercúrio se revela em Júpiter regendo a casa 3, aprende a se mostrar e lutar pelo seu espaço, com Netuno ele foi se camuflando regendo casa 6 e Lua. Um Mercúrio retrógrado regente de casa 12, é uma missão de auto-transformação, da busca do poder intrínseco, mas ele não conseguiu mergulhar em si mesmo, foi menos agonizante trocar a casca-máscara, terminou deformado por algo maior que ele.
Michael Jackson, meu contemporâneo, é uma dessas personalidades, que são antes de serem construídos, e quanto mais argamassa e panqueique embalsamam a alma doente, para que siga em frente sua trajetória de dor e glória, mais desconstroem o Self, sufocam o humano que existe por trás do Astro. É como se o universo abraçasse euforicamente o ídolo , zero gravidade.
Esse homem frágil que todos comentam, de um caminhar levitante, uma timidez clássica de seu ASC libriano e a doce e cálida voz, nada a ver com seu stellium em Leão/Virgem de casa 11, da conjunção Sol-Plutão em Virgem, hahahhaha, por trás um Mercúrio em Leão, regente de casa 12 e casa 9, um mundo interior versus o mundo de fora, os 3 em sextil com Júpiter/Netuno/N.L.Norte em Libra, em trígono com sua Lua em Peixes na cúspide da casa 6, as várias formas de expressão corporal, os pés falavam por si mesmos, cantavam, sua marca registrada na Lua regendo o MC . Vênus conjunto Urano em Leão regendo o ASC, quadrando Marte em Touro na casa 8, se opondo a Quíron na casa 5 em Aquário, Marte focal do T-square regendo DESC. Pra construir a máscara, Vênus, dispondo Marte , regendo casa 8 e ASC tem o apoio de Saturno em Sagitário na casa 3, a máscara era preciso, pois o Virginiano oposto a Lua pisciana aprendeu q a se transformar num personagem de Vênus/Urano leoninos cimentado de Terra saturnina que regia casa 4, os irmãos de casa 3 no comando e formatação do menino de ouroda família da casa 4, Satrno faz qincúnce com Marte em Touro na casa 8, regente de 4 e 7, as intimidade em pânico. A Lua se submetia e Mercúrio se revela em Júpiter regendo a casa 3, aprende a se mostrar e lutar pelo seu espaço, com Netuno ele foi se camuflando regendo casa 6 e Lua. Um Mercúrio retrógrado regente de casa 12, é uma missão de auto-transformação, da busca do poder intrínseco, mas ele não conseguiu mergulhar em si mesmo, foi menos agonizante trocar a casca-máscara, terminou deformado por algo maior que ele.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Chuva e Cheiro de Terra Molhada

Friozinho, o sofá me chama, uma preguiça,
uma arrepio na espinha, chão gelado, as meias ficarm perdidas no enrosco do cobertor. Corro pra por água pra ferver, um chá preto bem forte e fervendo, umas gôtas de limão e basta sorver o sabor , calor e perfume. Me ponho debruçada na janela olhando a rua molhada, céu nublado, luz cinza, foróis acesos, um clima de fim de tarde, a cara de Londres.
Essa umidade me "toca", como se ps fluidos penetrassem na minha alma e me inundassem, me pondo num estado fértil, poroso, trocando ozônio com oxigênio. Creio que minha pouca água no mapa natal vibra quando é rodeada por seu elemento.
O elemento ÁGUA associado ao simbólico das emoções, aos fluidos corporais, às águas da natureza, rios, lagos, poços, oceanos, cachoeiras, chuva, neve, icebergues, nos vários estados, nas várias cartas do Tarot onde exista um movimento, um fluir de sentimentos e sensações. Seja a Grande Sacerdotiza( as emoções ocultas), a Lua(a fantasia alimentando o medo), a Temperança( as diferenças partilhadas), a Morte(lavando a alma), A Imperatriz( o rio que fertiliza a terra) e a Estrela( a fonte de água límpida) . Todos arquétipos femininos, nesse sentido na Astrologia podemos experimentar as vivências da Lua e Netuno, a Grande Mãe que preserva a vida e o Grande Posseidon a misturar a percepção ao instinto, a espiritualidade à divindade da criação.
As diversas simbioses que unem esses dois mundo interiores, o nosso mundinho placentáreo literalmente etéreo, onde nossos gens se reproduzem como uma Grande Sacerdotiza, transpassam pelo canal vaginal da Lua, coroam para o mundo na Morte, se mostram descalças na Estrela e buscam se adequar na Temperança, por fim encontram seu par e recebem em seu ventre mais uma semente de vida na Imperatriz. A energia feminina está associada às emoções, seja pela Lua, seja pela receptividade amorosa que acolhe um ser, o protege, cuida e transita num nível íntimo, corpóreo e psico-espiritual. Assim Lua e Netuno se associam e se fundem sensibilidade - emocionalidade, instinto - espírito, mãe - filho. Essas águas do céu chamam as minhas mulheres de dentro de mim, sou o receptáculo dessas fértes gôtas a despertas meus sentidos , a canalizar meus instintos, a me fazer mais mulher, mais carne e coração.
As águas rolam seja do céu, dos olhos, do ventre, sejam de rios de emoções que nos envolvem, nos umedecem a carne rígida, amolecem os nervos tensos, afrouxam braços que carregam armas, jorram cachoeiras de risos infantis que enchem o mundo de amor puro e se abrem dentro de nós oceanos de compaixão e perdão. Represar o fluxo dessa água-alma é negar ao espírito sua liberdade de expressão, de seguir sua missão, de terminar transbordando as margens da razão, enlouquecendo o povo ribeirinho, espalhando a lama para lavar a terra seca de saudade do verde. A dor gruda na pele da gente, queima com as lágrimas quentes, lambendo a face da fome de amor.
A falta de água deixa a poeira alta, a pele fosca, grossa, mãos calejadas de arar um coração massacrado e magoado, sem rumo de por onde anda a esperança. Ela é aquela sementinha despertará de novo lá na casa 12, transcedental, nadando no oceano do ventre do universo, da Terra do Nunca, à espera de um lapso do tempo que a deixe escapar e mergulhe no universo.
terça-feira, 23 de junho de 2009
Descobrindo Suas Máscaras

O trabalho com máscaras é um caminho de busca pessoal, reconhecimento de personagens internos, o dialogar com os múltiplos aspectos esquecidos de nossa personalidade e, desde o silêncio interior chegar ao mais profundo e arcaico de nós mesmos. Podemos resgatar nossa história pessoal e coletiva, identificar os esteriótipos exigidos em cada época que ofuscam o caminho para a individuação. É um convite ao encontro do sagrado dentro de nós. Fazemos contato com aquilo que está "invisível", mas quando dadas condições, o Self colabora e o arquétipo e o símbolo podem ser vividos e atualizados na experiência. A partir daí começa a tensão entre aparência-realidade, ego-self, luz-sombra.
Trabalha-se a máscara como atitude e como instrumento transformador no processo da individuação. Pela origem árabe, a máscara (másjara) é uma figura burlesca, cômica, que serve de disfarce. Para o gego antigo a máscara diz respeito a "voz" que o persona, personagem da tragédia ou comédia, emite através do rosto coberto, é prosopo. Nem sempre a chegada desse "outro" em nós em desejada ou possível de ser evitada. A máscara destaca o que no personagem é repetitivo, mas inconsciente. Isso pode estar ligado ao traumático, à dor, ao sofrimento. Como para toda criança o sótão se transforma num mundo mágico, é em nosso sótão psíquico que os personagens e máscaras adquirem vida e voz, um mundo fascinante e assustador.
O trabalho com máscaras implica em construção e desconstrução permanente da identidade na direção da individuação. Elas ocultam mas também revelam personagens que estiveram fora de cena por muito tempo, esquecidos, abandonados, rejeitados.
O estudo é feito através de coleta de traços e construção estatística das Máscaras via e-mail, a partir de então serão desenvolvidas cada uma delas pelo aluno e debatida e trabalhadas em entrevistas semanais pelo MSN ou Skype, com datas e hora programadas. É um trabaçho pessoal, mais informações, deixe seu endereço de e-mail no comentário.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
A Magia da Percepção

sexta-feira, 19 de junho de 2009
O Rei Sol

Uma célula com um núcleo ao centro é o início de uma longa jornada de desenvolvimento. Entre milhares de mudanças reprodutivas vai surgindo a vida, alimentada pela vida de outro ser, o elo de união e dependência, submissão e humildade. O Reizinho corta a abóbada placentária, se mete a empurrar a vida pro mundo, "coroa" e brilha no universo.
O Eu existe e por um bom tempo, o Eu reinará absoluto dentro de seu pequeno mundo, o entorno o rodeia, protege, nutre, acolhe e cuida. Cercado de mimos se percebe o núcleo vivo, quando desamparado e legado a um destino sem elos, seu núcleo é o vácuo, a nulidade. Seja pela fome de aplausos, seja pela carência de reconhecimento, ele engatinhará, se rastejará pelo caminho, comerá terra, escrementos, sal, doce, provará de tudo, descobrirá o gosto, o cheiro, a dor, a alegria. Sentará em posição de lotus e abrirá um sorriso que iluminará o céu e irá cambaleante em frente, se equilibrando nas duas colunas saltitantes a esmo, mas sempre para frente.
O Sol Infante ainda se deslumbra com a grandeza do céu, descobre o Tempo, aprende a se impor e se submeter a ele. Ele nasce e morre todo dia, mesmo que as nuvens o encubram, ele existirá no firmamento.Ele se descobre algo bem maior que o que sua "coroa" representa sempre se que vê Self no centro do Universo.
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